2 de junho de 2026
Agronegócio de Mato Grosso do Sul cresce 45% e estado se consolida como um dos principais no Brasil
Publicado em 01 de junho de 2026 - 14h00
  1. Mato Grosso do Sul registrou forte crescimento no agronegócio nos últimos oito anos, consolidando‑se como um dos principais motores econômicos do Brasil. Levantamento divulgado recentemente pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) mostra que o setor no estado avançou 45% entre 2015 e 2023, ficando com a segunda maior expansão entre os principais estados produtores do país, atrás apenas de Mato Grosso.
  2. O estudo, baseado em dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e de outras fontes federais, considerou indicadores relacionados ao Valor Bruto da Produção (VBP), comércio exterior, número de empresas registradas, empregos formais e estabelecimentos econômicos ligados ao setor agropecuário.
  3. A análise reforça que o agronegócio sul‑mato‑grossense tem papel estratégico na economia estadual, respondendo por boa parte do crescimento. A agropecuária representa cerca de 58% da cadeia agroindustrial no estado, sendo responsável pela maior parte da produção de grãos, proteína animal e outros produtos agrícolas que impulsionam os índices econômicos locais.
  4. Esse desempenho coloca Mato Grosso do Sul em destaque não apenas pela expansão da produção, mas também pelo fortalecimento das exportações e geração de empregos no campo e nas cadeias produtivas vinculadas ao setor, o que tem atraído investimentos e ampliado a competitividade do estado no cenário nacional.
  5. Nos últimos anos, o agronegócio sul‑mato‑grossense também viveu resultados expressivos em suas safras — como produção recorde de grãos e da cultura da soja em ciclos recentes — e em segmentos como a suinocultura, que cresce de forma acelerada e amplia sua participação econômica e empregos no setor rural.
  6. O crescimento do agronegócio em Mato Grosso do Sul segue como um dos pilares da economia estadual, impactando diretamente indicadores como o Produto Interno Bruto (PIB) e gerando efeitos positivos em setores correlatos, como logística, serviços e comércio ligados ao campo.
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