- O Banco Central estuda novas funções para o Pix que podem ampliar ainda mais o uso do sistema de pagamentos. Entre as propostas estão transações internacionais, pagamentos por aproximação mesmo sem internet e novas ferramentas para aumentar a segurança contra fraudes.
- Uma das principais novidades em análise é a conexão do Pix com sistemas de pagamentos de outros países. A ideia é permitir transferências e compras internacionais em poucos segundos, com o dinheiro sendo recebido na moeda local e com possibilidade de redução de custos nas operações.
- O BC também estuda permitir que empresas utilizem valores que receberão futuramente pelo Pix como garantia para conseguir crédito. A medida pode facilitar financiamentos e ajudar a reduzir taxas, principalmente para negócios que movimentam grande parte das vendas pelo sistema.
- Na área de segurança, estão previstas medidas para melhorar a identificação de transações suspeitas. Entre elas está um indicador de probabilidade de fraude, calculado com auxílio de inteligência artificial, que poderá ajudar bancos e instituições financeiras a bloquear operações de risco.
- Outra preocupação é o uso do campo de mensagens do Pix para enviar ameaças, ofensas e intimidações por meio de transferências de valores muito baixos. O Banco Central avalia mudanças para combater esse tipo de prática.
- As propostas fazem parte da agenda de evolução do Pix e ainda passam por estudos e desenvolvimento antes de algumas delas chegarem aos usuários.