10 de junho de 2026
Bola da Copa de 2026 terá chip, bateria e tecnologia conectada ao VAR
Publicado em 10 de junho de 2026 - 08h57
  1. A bola oficial da Copa do Mundo de 2026, chamada Trionda, terá tecnologia embarcada para auxiliar a arbitragem durante os jogos. Desenvolvida pela Adidas, a bola conta com um chip com sensor de movimento capaz de enviar dados em tempo real ao sistema de árbitro de vídeo.
  2. Segundo a Fifa, a tecnologia conectada da bola utiliza um sensor de 500 Hz para registrar informações sobre os movimentos da bola. Esses dados ajudam a identificar com mais precisão o momento exato em que ela é tocada por um jogador, informação considerada essencial em lances de impedimento e em outras revisões feitas pelo VAR.
  3. A tecnologia não substitui a arbitragem humana, mas funciona como uma ferramenta de apoio. As informações captadas pelo sensor são combinadas com outros sistemas usados nas partidas, como câmeras de rastreamento, para auxiliar decisões em jogadas de impedimento semiautomático, possíveis toques de mão e outros lances analisados pela equipe de vídeo.
  4. A Trionda também possui bateria interna, necessária para manter o funcionamento do sensor durante as partidas. Antes dos jogos, a bola precisa ser carregada para garantir a transmissão dos dados ao sistema. Apesar da estrutura tecnológica, o equipamento foi desenvolvido para manter peso, equilíbrio e comportamento compatíveis com os padrões exigidos para partidas oficiais.
  5. O uso de bola conectada não é totalmente novo em Copas do Mundo. A tecnologia já havia sido utilizada no Mundial de 2022, no Catar, com a bola Al Rihla. Para 2026, a Fifa e a Adidas mantiveram e aprimoraram o recurso, reforçando a integração entre o equipamento de jogo e os sistemas de análise da arbitragem.
  6. Além da parte tecnológica, a Trionda tem design inspirado nos três países-sede da Copa de 2026: Estados Unidos, México e Canadá. O nome faz referência à união das três nações que receberão o torneio.
  7. A Copa do Mundo de 2026 será a primeira com 48 seleções e terá jogos distribuídos pelos três países da América do Norte. Com a Trionda, a Fifa aposta novamente na tecnologia para reduzir erros em lances decisivos e tornar as decisões da arbitragem mais rápidas e precisas.
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