- Palmeiras e Santos vão se enfrentar nas quartas de final da Copa do Brasil, e o clássico coloca Neymar novamente diante de uma questão que já provocou críticas públicas do atacante: o gramado sintético. O primeiro jogo será realizado em 26 de agosto, com mando palmeirense, enquanto a partida de volta está prevista para 3 de setembro, na Vila Belmiro.
- Desde que retornou ao Santos, Neymar tem manifestado resistência a atuar em campos com piso artificial. O atacante já criticou publicamente esse tipo de superfície e participou, ao lado de outros jogadores, de manifestações favoráveis ao uso de gramado natural no futebol brasileiro.
- A discussão ganhou ainda mais repercussão porque Neymar evitou partidas em estádios com piso sintético após voltar ao futebol nacional. Em agosto de 2025, ao comentar a possibilidade de atuar no estádio do Palmeiras, o camisa 10 afirmou que jogar no local era “impossível” devido às condições do gramado.
- A situação mudou no mês seguinte. Em setembro, Neymar enfrentou o Atlético-MG na Arena MRV, que utilizava gramado sintético, em partida que terminou empatada por 1 a 1. Depois do confronto, o jogador voltou a manifestar insatisfação com esse tipo de superfície.
- Fora das competições oficiais, Neymar também teve contato com piso artificial neste ano. Em março, participou de uma ação durante a Kings League e chegou a cobrar um pênalti em campo sintético. A situação, porém, ocorreu em contexto diferente de uma partida profissional de 90 minutos.
- Agora, o sorteio da Copa do Brasil coloca novamente o tema em evidência. Com o Palmeiras responsável pelo mando da primeira partida, a possível presença do atacante no clássico deverá ser acompanhada de perto.
- Caso esteja disponível e seja escalado pela comissão técnica santista, Neymar poderá disputar uma partida oficial no estádio palmeirense pela primeira vez desde que retornou ao Santos.
- A definição dependerá das condições físicas do jogador e das decisões tomadas pelo clube até o confronto. Independentemente da escalação, o clássico já reacendeu uma discussão que acompanha Neymar desde sua volta ao futebol brasileiro: a utilização de gramados artificiais nas principais competições nacionais.