- As equipes de resgate na Colômbia reduziram as expectativas de encontrar sobreviventes após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10). Mais de 72 horas após o tremor, os trabalhos continuam em áreas destruídas, mas a chamada “janela de sobrevivência” sob os escombros está chegando ao fim.
- O terremoto deixou pelo menos 281 mortos, cerca de 3,9 mil feridos e centenas de desaparecidos. As regiões mais afetadas incluem cidades como Cali, Pereira, Manizales e Quibdó, onde prédios foram destruídos e milhares de famílias tiveram as casas danificadas.
- Mesmo com a redução das chances de localizar pessoas com vida, os socorristas continuam trabalhando entre os destroços. As equipes utilizam cães farejadores, equipamentos de detecção de sinais vitais e momentos de silêncio para tentar identificar possíveis vítimas presas sob estruturas que desabaram.
- Em algumas áreas, a operação passou da busca emergencial para a remoção de entulhos e atendimento humanitário. Autoridades informaram que dezenas de milhares de famílias foram afetadas, com milhares de imóveis destruídos ou danificados pelo tremor.
- O governo colombiano mobilizou equipes nacionais e recebeu apoio internacional para as operações de resgate e assistência às vítimas. Ao mesmo tempo, as autoridades trabalham na distribuição de ajuda e na preparação das primeiras ações de reconstrução das áreas atingidas.
- O terremoto, considerado um dos maiores desastres naturais recentes do país, provocou comoção nacional e mobilizou moradores, voluntários e equipes especializadas em uma corrida contra o tempo para tentar salvar vidas nos primeiros dias após a tragédia.