- A morte da jovem Maria Eduarda, durante um salto de rope jump, segue sob investigação. Ela morreu após ser arremessada de uma ponte sem estar devidamente presa à corda de segurança. A queda foi de aproximadamente 40 metros.
- Segundo as informações apuradas no caso, Maria Eduarda realizava a modalidade conhecida como “aviãozinho”, em que a pessoa salta em posição horizontal. No entanto, uma falha grave na preparação do equipamento teria feito com que ela fosse lançada sem a fixação necessária para garantir a segurança do salto.
- O caso ganhou ainda mais repercussão após os depoimentos dos três instrutores envolvidos. Eles teriam relatado falhas na organização do procedimento e afirmado não se lembrar quem era o responsável por prender a corda de segurança no momento do salto.
- As investigações também apontam que a atividade era realizada de forma irregular, sem registro formal ou autorização adequada. A suspeita é de que a falta de controle técnico e de protocolos de segurança tenha contribuído diretamente para a tragédia.
- Outro ponto considerado importante pela polícia é o desaparecimento de uma câmera que estaria com Maria Eduarda no momento do salto. As imagens poderiam ajudar a esclarecer detalhes dos minutos que antecederam a queda, incluindo a preparação do equipamento e a atuação dos instrutores.
- Os três envolvidos foram presos e indiciados por homicídio doloso com dolo eventual, quando se considera que os suspeitos assumiram o risco de provocar a morte. Eles permanecem à disposição da Justiça enquanto novas diligências são realizadas.
- A polícia continua apurando se outras pessoas também podem ter responsabilidade no caso. A investigação busca esclarecer como a atividade foi organizada, quem atuou diretamente na preparação do salto e por que os procedimentos básicos de segurança não foram cumpridos.