Uma mulher de 44 anos registrou um boletim de ocorrência por injúria racial contra o filho de 13 anos, em um episódio ocorrido em uma escola de Dourados, no dia 9 de março de 2026. O caso envolveu um comentário racista proferido por uma professora da Rede Estadual de Ensino durante uma aula.
Segundo o boletim de ocorrência, a professora teria comparado o aluno a um "macaco rindo", enquanto ele estava na sala de aula. Ao ser informado sobre o ocorrido, a mãe do adolescente procurou a direção da escola e exigiu esclarecimentos sobre a situação. No entanto, a explicação dada pela administração foi de que a expressão utilizada pela professora seria apenas "um ditado popular".
Indignada com a resposta, a mulher registrou o caso como injúria qualificada, prevista pelo Código Penal brasileiro, com base na raça, cor, etnia ou origem da vítima.
O local exato do incidente não foi divulgado, mas o caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) de Dourados. A investigação está em andamento e o caso gerou grande repercussão na cidade.
Esse episódio levanta questões sobre a discriminação racial dentro do ambiente escolar e a necessidade de ações mais firmes contra atitudes preconceituosas, reforçando a importância da conscientização e do respeito às diferenças entre os alunos
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