19 de agosto de 2026
Pedágio da BR-163 em Mato Grosso do Sul fica mais caro; confira os novos valores
Publicado em 05 de agosto de 2026 - 14h43
  1. Os motoristas que trafegam pela BR-163 em Mato Grosso do Sul passaram a pagar mais caro pelo pedágio a partir desta quarta-feira (5). O reajuste das tarifas foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e é aplicado nas nove praças administradas pela concessionária Motiva Pantanal, antiga CCR MSVia. Para veículos de passeio, os valores agora variam entre R$ 9,20 e R$ 14,10, conforme o trecho percorrido.
  2. O aumento faz parte da 1ª Revisão Ordinária do contrato de concessão otimizado da BR-163/MS. Segundo a concessionária, a atualização considera a correção monetária prevista em contrato e a aplicação do primeiro degrau tarifário, vinculado ao cumprimento das metas de investimentos estabelecidas pela ANTT. A empresa afirma que as metas previstas para o período foram antecipadas, auditadas e validadas pela agência reguladora.
  3. Entre os novos valores para automóveis, caminhonetes e furgões de dois eixos, a tarifa mais baixa é cobrada na praça de Mundo Novo, com R$ 9,20, enquanto a mais alta é em Campo Grande, com R$ 14,10. Em Caarapó, o pedágio passou para R$ 12,60, em Rio Brilhante para R$ 12,70, em Jaraguari para R$ 10,90, em São Gabriel do Oeste para R$ 10,70, em Rio Verde de Mato Grosso para R$ 14,00 e em Pedro Gomes para R$ 10,30.
  4. Os veículos comerciais continuam pagando conforme o número de eixos. Já os motociclistas permanecem isentos da cobrança e contam com pista exclusiva nas praças de pedágio. Motoristas que utilizam TAG eletrônica seguem tendo direito ao desconto básico de 5%, além da possibilidade de redução progressiva da tarifa por meio do Desconto de Usuário Frequente (DUF).
  5. A BR-163 é o principal corredor logístico de Mato Grosso do Sul, atravessando cerca de 845 quilômetros e passando por 21 municípios. Conforme a Motiva Pantanal, o novo contrato prevê investimentos superiores a R$ 1 bilhão no primeiro ano de concessão, destinados à recuperação do pavimento, duplicações, implantação de faixas adicionais, vias marginais, dispositivos de retorno, modernização das bases operacionais e construção de pontos de parada e descanso para caminhoneiros.
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