19 de agosto de 2026
Prefeitura faz força-tarefa para limpar lagos do Antenor Martins e Rego D’Água
Publicado em 29 de junho de 2026 - 08h23
  1. A Prefeitura de Dourados iniciou uma força-tarefa para a retirada de plantas aquáticas que tomaram grande parte do lago do Parque Antenor Martins, no Jardim Flórida. Após a conclusão dessa etapa, o serviço será levado ao lago do Parque Ambiental do Córrego Rego D’Água, no Jardim Água Boa, que também apresenta grande concentração da vegetação.
  2. Os trabalhos começaram nesta semana e devem continuar por pelo menos 15 dias. A ação envolve equipes da Secretaria Municipal de Agricultura Familiar, da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) e da Defesa Civil.
  3. A planta retirada é a Salvinia auriculata Aubl., conhecida popularmente como orelha-de-onça. Apesar da grande quantidade acumulada sobre a água, a espécie não é considerada tóxica, não contamina o lago e não oferece risco aos peixes ou ao meio ambiente, conforme as informações divulgadas pelo município.
  4. Segundo o secretário-adjunto de Serviços Urbanos, Angelo Gomes, a proliferação aumentou depois do período de chuvas registrado nas últimas semanas. A vegetação já aparece há anos em lagos da cidade, mas o clima úmido favoreceu o crescimento rápido da planta, o que motivou a realização da força-tarefa.
  5. A remoção está sendo feita de forma manual e mecanizada. As equipes utilizam rastelos para retirar as plantas das margens, cordas para concentrar a vegetação na água, uma embarcação da Polícia Militar Ambiental (PMA) e uma retroescavadeira para recolher o material retirado. Uma segunda máquina deve reforçar o trabalho nos próximos dias.
  6. O Instituto de Meio Ambiente de Dourados (Imam) informou recentemente que a presença da orelha-de-onça é comum em lagos e áreas alagadas. Mesmo assim, estudos estão sendo realizados para identificar os fatores que têm provocado a rápida proliferação da espécie nos lagos urbanos do município.
  7. A orelha-de-onça também é conhecida como mururé-carrapatinho e salvínia. Trata-se de uma planta aquática flutuante, comum em ambientes alagados da América e abundante no Pantanal. Ela se espalha rapidamente, principalmente em locais com água parada ou após períodos de chuva

    Portal Prefeitura 
Últimas Notícias
Veja Também