- Em coletiva na sede do PL-MS, na manhã desta sexta-feira (10), Flávio Bolsonaro comentou sobre pesquisa do Instituto Veritá em que o coloca pela primeira vez na liderança na corrida presidencial de 2026.
- O pré-candidato ao Planalto observou que a pesquisa mostra um retrato do momento e disse que “Lula é uma mercadoria vencida, produto fadigado”, disparou.
Flávio disse, ainda, que observa a tendência que os dados apontam: “Observo mais as tendências e é unânime o nosso crescimento e o derretimento do outro lado”, observou. - Em meio a disputa por vaga ao Senado pelo PL em MS, que rachou a direita, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, voltou a falar sobre a necessidade de união da direita. Na quinta-feira, na abertura da Expogrande, Flávio afirmou que a palavra final sobre quem fica com a vaga no partido é do pai.
- Aos jornalistas, Flávio disse que traz para a direita em MS a ‘mensagem de unidade’. Segundo ele, o objetivo é unificar a mensagem ‘com objetivo de resgatar o Brasil e apresentar projeto de prosperidade’.
- Na abertura da Expogrande, na quinta, ao ser questionado sobre a carta de próprio punho escrita por Jair Bolsonaro — e divulgado pela esposa, Michelle Bolsonaro — de que Marcos Pollon é o candidato a Senado indicado do PL, Flávio desconversou e disse que “ele [Jair] não sabia desse nosso acordo anterior [com Reinaldo]”.
- E completou dizendo que “se tiver que ser o Pollon, vai ser, e se tiver que ser Capitão Contar, vai ser, mas “a palavra final é do presidente Bolsonaro”, cravou.
- Depois, o senador e secretário-geral do PL, Rogério Marinho, confirmou que “Bolsonaro [o ex-presidente] tem sempre a última palavra” e que vai levar em consideração o que conversar com o seu porta-voz, o filho Flávio.
Midiamax