- Mato Grosso do Sul registrou recorde no rendimento médio mensal dos trabalhadores no primeiro trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O rendimento médio no Estado chegou a R$ 3.768, o maior valor da série histórica iniciada em 2012.
- O levantamento faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), que acompanha o comportamento do mercado de trabalho brasileiro e considera todas as formas de ocupação, incluindo trabalhadores com carteira assinada, autônomos, temporários e informais.
- Além de Mato Grosso do Sul, outras 15 unidades da federação também atingiram recorde de rendimento no período. A média nacional ficou em R$ 3.722, também a maior já registrada pelo IBGE.
- Entre os estados brasileiros, o Distrito Federal lidera o ranking nacional, com rendimento médio de R$ 6.720. Já o Maranhão apresentou o menor valor do país, com média de R$ 2.240.
- No cenário regional, Mato Grosso do Sul aparece entre os destaques do Centro-Oeste, região que alcançou rendimento médio recorde de R$ 4.379. O resultado reforça o bom desempenho econômico sul-mato-grossense, impulsionado principalmente pelos setores do agronegócio, comércio, serviços e indústria.
- A pesquisa também trouxe números positivos sobre o mercado de trabalho no Estado. Mato Grosso do Sul registrou taxa de desemprego de 3,8% no primeiro trimestre de 2026, uma das menores do país e bem abaixo da média nacional, que ficou em 6,1%.
- O índice coloca o Estado entre os melhores desempenhos do Brasil em geração de empregos, atrás apenas de Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%) e Paraná (3,5%).
- Segundo o IBGE, a taxa nacional de desemprego é a menor já registrada para um primeiro trimestre desde o início da série histórica. O levantamento considera desocupadas apenas as pessoas que efetivamente procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa.
- Os dados foram obtidos a partir de entrevistas realizadas em cerca de 211 mil domicílios em todo o país.
- Dourados Informa